Enfim, um desfecho digno de terceira dimensão
Por Paulo Costa

As armadilhas começaram a ficar cada vez mais terríveis, a violência gratuita estava incomodando, um exemplo de sequência desnecessária foi a cena de abertura do sexto filme lançado o ano passo, em que para sobreviver os 2 "competidores" deviam dar a maior quantidade de sua carne, o que mais "arrecadasse" pedaços de seu corpo sobreviveria, e para isso a menina simplesmente pega um machadinho e arranca um pedaço do seu braço, enquanto o cara em desespero tira uma "bifão" da barriga, e tudo isso pra que? Pra deixar o espectador enjoado e quase desistir de assisti-lo logo no ínicio, pois acredito não existir sensação mais repugnante do que ver uma cena de tortura e auto-mutilção e um bando de neuróticos numa sala de cinema se divertindo com isso.

No último filme da frânquia, Bobby Daggen lança um livro e prepara um DVD, explorando sua experiência de ter escapado das armadilhas de Jigsaw. Ele reúne um grupo de sobreviventes para a gravação de um programa de televisão onde todos dão depoimentos sobre os momentos terríveis que passaram. Enquanto isso, novas mortes voltam a acontecer e sentindo-se pressionada por Hoffman, a esposa de Jigsaw, Jill, decide contar a verdade para a polícia. Mas é tarde demais. Agora, um segredo de Daggen vai desencadear uma nova onda de terror e medo revelando todo o legado deixado por Jigsaw.

Se você for como eu, ou seja um molenga pra esse tipo de filme, eu recomendo assisti-lo em 2D ou simplesmente não assisti-lo, dica de amigo, eu sai da sala no fim da sessão pálido, zonzo e com ansia de vômito, sensação que tive no filme anterior também.

Obs: só assista ao filme se você já viu os outros 6, se não muita coisa você não vai entender, incluindo seu desfecho.
Imagens: Divulgação/Imagem Filmes (Jogos Mortais: O Final)/Buena Vista (Jogos Mortais 3)
Trailer: Divulgação/Imagem Filmes